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Com apenas seis anos de estrada, três CDs e um DVD lançados, o Ao Cubo já coleciona prêmios de veteranos: cinco estatuetas no Hip Hop Top São Paulo, em 2004, e uma pelo Hutúz, premiação carioca renomada, como revelação, em 2005.

Além do discurso social, típico do movimento musical e cultural a que pertencem, as músicas do Ao Cubo possuem um diferencial: a mensagem  viva e transformadora do Evangelho, a mesma que atingiu os amigos Cleber, FJay e Feijão e os impulsionaram a criar o grupo, após experiências musicais anteriores.

Convertidos ao Senhor na adolescência, o trio começou a compor as primeiras músicas em 2003, mesmo ano que surgiu o Ao Cubo, nome que faz referência à Trindade divina.

No ano seguinte, com dificuldades, mas muita fé, foi lançado o primeiro disco, Respire fundo, que rendeu frutos e premiações à trupe. As canções Naquela sala e 1980 foram amplamente executadas nas principais rádios e ganharam a web, caindo definitivamente no gosto do público jovem.
Em 2005, o Ao Cubo dá um salto: grava seu primeiro CD e DVD ao vivo, Acústico, que, juntos, ultrapassam 50 mil cópias vendidas.

Dando sequência ao trabalho, o grupo começa a preparar o repertório do novo trabalho, que ganha o título de Entre o desespero e a esperança. Além de um álbum novo, o ano de 2007 também traz uma nova integrante ao grupo, Dona Kelly, e o trio se transforma num quarteto ainda mais expressivo. A canção Mil desculpas ganha as rádios e se transforma no carro-chefe do disco.

No final de 2008, após um breve ‘namoro’, o grupo assinou contrato com a Graça Music, que lançará, em breve, um novo CD do grupo.
É aguardar e conferir.


 
 
 
 
 
 

Destaques
 
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